Mulher e inovação, uma jornada crescente nas empresas de tecnologia

É cada vez mais frequente a liderança feminina em times corporativos nas mais variadas frentes

A diversidade tem ocupado posições de destaque há muito tempo em inúmeros campos. E na tecnologia, cada vez mais, temos mulheres executivas despontando e ampliando sua participação. E na área de Inovação seu espaço tem sido percebido e dado vez e voz à mulher que se apresenta no meio corporativo fazendo a diferença por onde passa e o time feminino tem tido uma jornada crescente nas empresas de TI, especialmente na liderança em inovação. No Grupo Stefanini, por exemplo, Mary Alejandra Ballesta Estrada assumiu há pouco mais de um ano o cargo de diretora Global de Inovação e Negócios Digitais do Grupo e tem movimentado e provocado avanços relevantes para um salto ainda maior da multinacional brasileira no mercado global de soluções digitais.

No final do ano passado, a Stefanini foi a vencedora do Prêmio Mulheres Inovadoras na categoria Ciência e Tecnologia. A gerente executiva de Gente e Cultura da Stefanini Brasil, Carla Alessandra de Figueiredo, que trabalha na Stefanini há 16 anos, recebeu o Prêmio Whow! Mulheres Inovadoras 2020 com base em um conjunto de ações realizadas por sua área para promover atração, formação e retenção de mulheres. Um dos exemplos foi programa de mentoria denominado ‘Womentoring’, desenvolvido por algumas executivas do Grupo Stefanini para preparar novas lideranças. A Stefanini também promoveu em 2019 um Hackathon exclusivo para elas: “Code like a Girl”. Além das ações internas, a empresa organizou o “Meetup Stefanini Women Experts: Mulheres Líderes na Transformação Digital”.

Também recentemente juntou-se ao Grupo Stefanini a executiva Shirley Fernandes, diretora Comercial da N1 IT, consultoria em TI especializada em serviços na nuvem e em segurança digital, com foco em soluções Microsoft e Kaspersky. A N1IT foi adquirida em dezembro de 2020 pela Scala, empresa do Grupo Stefanini focada em soluções de inteligência artificial, analytics e integração aplicadas para diversas plataformas do mercado. Shirley fundou há 11 anos a N1 IT, atua neste mercado há quase 20 anos e acredita que a junção da tecnologia e pessoas preparadas é o que fará ainda mais a diferença neste novo mundo que surge. A executiva tem dicas valiosas de como construir uma história sólida em tecnologia e inovação.

Mulheres na Stefanini

No Grupo Stefanini, este movimento feminino acontece, de forma orgânica, em vários países. No Brasil, 41% das contratações realizadas em 2020 foram de mulheres, sendo que elas ocupam 40% dos cargos de gestão. Um dado interessante é que na primeira camada de gestão já tem o equilíbrio de 50%. Hoje, as diretorias financeiras na América Latina, Estados Unidos e Europa são ocupadas por mulheres e nas diretorias comerciais no Brasil 57% são mulheres. 

Segundo Carla Alessandra de Figueiredo, gerente executiva de RH da Stefanini Brasil, a multinacional tem investido em iniciativas para preparar mais mulheres para novas funções de liderança. “Sabemos que é preciso ampliar a discussão e criar mecanismos reais para que a diversidade permeie as corporações, em um movimento natural contínuo”, afirma a executiva.

A representatividade feminina no Grupo Stefanini sempre foi um ativo importante e está presente no DNA da multinacional brasileira. A presidência Brasil foi ocupada por Monica Herrero por mais de sete anos, entre 2012 e 2019. Desde então, Monica passou a ter um lugar de destaque e atuante no Conselho de Administração do Grupo. Quando esteve à frente do cargo de CEO da Stefanini Brasil, Monica foi eleita pela revista Forbes Brasil, no grupo "Melhores CEOS do Brasil", como uma das mulheres mais influentes do País em diversos setores.

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