A transformação digital no dia a dia do novo profissional de RH

Alex Winetzki é Diretor de P&D da Stefanini


Quando o assunto é gestão de pessoas, o americano Dave Ulrich, um dos maiores especialistas do mundo em Recursos Humanos, nos coloca para refletir ao lançar três questões: Quem somos? (parceiros, aliados ou especialistas?). O que entregamos? (talentos, liderança, cultura...?). Por que existimos? (Qual o real valor do nosso trabalho? Qual o nosso propósito?).

São essas indagações que o novo profissional de RH deve se ater não apenas para encontrar respostas, mas, essencialmente, para direcionar o perfil desse especialista em gente, que vem se destacando no cenário transformador que desponta no mundo corporativo e que, de certa forma, vai se moldando ao incorporar todos os fatores que envolvem a atual jornada da transformação digital.

A partir de aprendizados contínuos, o novo profissional de RH deve atentar-se com o grande capital humano que está nas organizações e estar, mais do que nunca, preparado para as mudanças. E, sem dúvida, a tecnologia ocupa um lugar de destaque, uma vez que é ferramenta de apoio constante para impulsionar todo o movimento digital futuro do RH.

Para tanto, um componente importante nesse processo é trazer a inovação para esse novo contexto. No entanto, isso só será possível se contarmos com indivíduos de formação e experiências diversificadas. Como este perfil pré-definido, o próximo passo é saber combinar as habilidades de cada colaborador e direcionar esse profissional de acordo com os objetivos dos variados setores dentro da empresa. A resposta será um ganho maior de produtividade e melhora acentuada da qualidade, consequentemente, evitando-se a rotatividade de pessoas.

Para manter-se inovador, o profissional de RH precisa também desenvolver outras habilidades e competências para acompanhar o ritmo da transformação que vivemos. Há uma mudança de mindset a ser trilhada, na qual essas pessoas devem buscar a compreensão de informações. E para aplicar as estratégias que a área requer, esse novo RH deve saber explorar ferramentas que auxiliam na leitura adequada da coleta e análise dos dados que tiver em mãos.

Entre as tantas transformações que circulam no mundo físico e digital, há modelos e ideias disruptivas da tecnologia que podem ser aplicados também na gestão de pessoas como Inteligência Artificial ou até a Internet das Coisas (IoT), onde é possível trabalhar com a coleta de dados de forma prudente e com engajamento tecnológico socialmente responsável. Além de usar essas tecnologias não para substituir as pessoas, mas para ajudar na produtividade delas rumo à aceleração do alcance dos melhores resultados para a empresa.

Toda essa jornada nos faz ter a convicção de que há uma infinidade de características deste novo profissional de RH a ser explorada, vale destacar que ele deve promover mudanças, inovar, integrar os diferentes setores da empresa e tornar os relacionamentos mais humanos dentro da organização, com efeitos positivos para todo a ciclo corporativo.


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