Brasil | Stefanini é reconhecida como líder em Transformação Digital pela ISG

Segundo a consultoria, a multinacional brasileira está bem posicionada em quatro setores

Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, é reconhecida como líder em quatro quadrantes no Relatório de Transformação de Negócios Digitais ISG Provider Lens ™ para o Brasil em 2019.

O estudo analisa o mercado de Transformação Digital no País, a maneira como as empresas operam e estão procurando fornecedores para ajudá-las a melhorar seus processos de vendas, design de produtos, cadeias de suprimentos e gerenciamento de recursos humanos, entre outras funções. Segundo o levantamento realizado pela ISG, os fornecedores estão ajudando as empresas a se tornarem mais ágeis e transferirem mais cargas de trabalho para a nuvem.

“Temos como objetivo apoiar a Transformação Digital dentro dos nossos clientes. Para isso, é necessário inovar de forma exponencial, pois vivemos em um mundo volátil, que exige uma liderança capaz de criar uma visão de futuro”, comenta Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini.

O estudo avalia as capacidades de 29 provedores em sete quadrantes e, como resultado, a Stefanini é reconhecida como líder em quatro: Habilitando a Jornada do Cliente, Operações Empresariais Digitais, Criação e Personalização de Produtos Digitais e Entrega Contínua Digital.

A jornada do cliente é o grande foco do mercado brasileiro, de acordo com o relatório. “Na era digital, os clientes compram experiências, sentimentos, bem-estar, conforto e conveniência, e muitas empresas enxergam a Transformação Digital como uma forma de atender essas expectativas”, disse Esteban Herrera, sócio e líder global da consultoria ISG Research.

Outros aspectos importantes na jornada da Transformação Digital no Brasil incluem automação de processos robóticos e Inteligência Artificial que chegaram para otimizar tarefas repetitivas dentro das companhias.

Agilidade é outro grande objetivo da Transformação Digital. Muitas empresas querem que os fornecedores os ajudem a construir modelos mais eficientes, a curto prazo. “A agilidade corporativa vai muito além do desenvolvimento de software. Ela engloba a maneira como as empresas podem ajustar suas operações inteiras para sobreviver e prosperar em ambientes onde a concorrência e as exigências dos clientes estão mudando constantemente”, acrescentou Esteban Herrera.


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