Estão com tudo e não estão prosa! Mulheres ocupam 60% dos cargos de chefia na Stefanini Romênia


No Brasil, metade dos diretores e VPs são mulheres. Nos Estados Unidos, elas estão em 2/3 das posições de liderança.

Andreea Stanescu, vice-presidente do Serviço de Delivery da Stefanini EMEA (Europa, Oriente Médio e África), chegou à empresa em Bucareste, na Romênia, em 2011, após 14 anos de atuação em uma das principais empresas de telecomunicações no mundo. Ela se formou na Academia de Estudos Econômicos da capital e começou a atuar no segmento de logística como supervisora de televendas, antes de seguir para área de tecnologia. Na Stefanini, a executiva é reconhecida pelos colegas como uma profissional dedicada, com alto poder de gerenciamento de equipes em toda a Europa.

Mais recente na Stefanini, a diretora financeira Eliza Irimia é formada em Engenharia com Doutorado em Economia. Por transitar nesses dois mundos, a executiva reconhece que, apesar de trabalhar com a área de finanças, o curso de Engenharia contribuiu para lidar com perspectivas diferentes, inclusive para compreender melhor o comportamento das pessoas. “Todo desafio pode ser solucionado, pensando nele de forma lógica e metodicamente, como fazemos diante de um problema de matemática”, afirma Irimia.

As duas executivas da Stefanini Romênia ilustram como a participação feminina tem aumentado globalmente na área de TI. Segundo Olga Cristina Botusan, diretora de RH da Stefanini EMEA, a empresa conta atualmente com 1600 funcionários nos três escritórios instalados naquele país. Desse total, 50% são mulheres, sendo que elas ocupam 60% dos cargos de liderança.

“Nossa política é contratar e promover os profissionais com base em competências e habilidades, independente do gênero. Mesmo assim, ficamos honradas de saber que nossas gestoras têm contribuído para o crescimento da empresa na região”, ressalta Botusan. No ano passado, a Stefanini Romênia registrou um volume de negócios da ordem de 40 mil euros – um crescimento de 14% em relação a 2016.

“A valorização da diversidade é uma prática comum na Stefanini. Hoje, temos na Romênia o maior número de mulheres no ‘topo’, o que demostra que o modelo dá certo”, complementa a diretora de RH.

Nos Estados Unidos e no Brasil, a participação feminina também está aumentando. Atualmente, as mulheres ocupam metade dos cargos de diretoria e Vice-Presidência no Brasil e dois terços (2/3) das posições de liderança em US.

Monica Herrero, CEO da Stefanini Brasil, assumiu o cargo em 2012. Formada em Matemática e com especialização em Administração de Empresas, Monica está na companhia há 20 anos. A executiva começou a atuar na área de tecnologia da informação ainda jovem, quando iniciou sua carreira no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Em 1985, passou a atuar em pequenos bancos de investimentos, como o Multiplic e o Garantia. Após essa experiência, a executiva migrou de vez para a área de tecnologia da informação ao ingressar na Stefanini.

A executiva, que possui ampla experiência com liderança e gestão, utiliza estratégias baseadas em valor para auxiliar os clientes na busca pela eficiência operacional e sucesso nos negócios. Herrero aposta no processo de crescimento inorgânico e orgânico e reforça o investimento em inovação, com base em três pilares: estímulo de ideias novas dentro da organização; busca de parcerias nas Universidades e parcerias com startups de tecnologia.

Para a executiva, o equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de chefia passa pela geração de oportunidades de qualificação, independente de gênero. “Homens e mulheres não são iguais e trazem diferentes experiências para o ambiente de trabalho. O que se busca é ter diversidade de pensamento, cultura, experiência. Nesse processo, a organização tem um papel importante na definição de estratégias e formatação de uma cultura alinhada com uma equivalência de oportunidades entre homens e mulheres”, garante a CEO da Stefanini Brasil.

Segundo Cintia Bortotto, diretora de RH da Stefanini na América Latina, o País convive com um problema estrutural, em que as mulheres se formam menos em Exatas. O desafio é estimular que elas invistam em profissões dessa área para contribuir, cada vez mais, em empresas de tecnologia como a nossa. “Nosso posicionamento é de inclusão, dando condições de igualdade para que a meritocracia prevaleça, independente do gênero”, complementa a diretora de RH.


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